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Grassi explica a posição do MinC
Data de publicação:
02/03/2011 Autor:
Bruno de Pierro Em conversa a pouco com a reportagem do Brasilianas.org, Antonio Grassi rebateu as criticas de que a nova gestão do Ministério da Cultura (MinC) está adotando postura mais conservadora em relação aos direitos autorais. Nome forte do MinC, próximo à ministra Ana de Hollanda, Grassi foi empossado presidente da Funarte há duas semanas, e tem acompanhado de perto as decisões da nova gestão.
Ontem o jornal O Estado de S. Paulo divulgou a informação de que a Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI), vinculada à Secretaria de Políticas Culturais, passará ao comando de Marcia Regina Vicente Barbosa, substituindo Marcos Alves de Souza, que não aceitou a oferta de continuar na DDI exercendo outra função. A decisão gerou desconforto em alguns servidores do ministério, que ameaçaram se afastar nos próximos dias.
O motivo, apurou o jornal, se deve ao receio de que a nova gestão da DDI, organizada na gestão de Gilberto Gil / Juca Ferreira, dê um rumo à questão dos direitos autorais distinto ao que vinha sendo feito por Souza. Favorável ao anteprojeto que revisa e atualiza a Lei do Direito Autoral (nº 9.610/98), Souza, que veio do Ministério do Planejamento, foi alvo de críticas daqueles que não concordavam com o novo texto do projeto – entre eles a Abramus e a Academia Brasileira de Letras.
Essa decisão da ministra, somada ao episódio da retirada do Creative Commons (CC) do site do MinC, geraram respostas imediatas de pessoas favoráveis à Cultura Digital, ao CC e ao anteprojeto.
Durante encontro com Grassi, na última segunda-feira, a nova diretora da DDI mostrou-se tranqüila diante das polêmicas e disposta para ouvir todas as partes. Para Grassi, a acusação de que Marcia tem ligações estritas com Hildebrando Pontes - “considerado um defensor extremado das teses do Ecad [Escritório de Arrecadação e Distribuição de Direitos]”, como diz a reportagem do Estado de S. Paulo – é falsa. Sobre a saída de Marcos Souza do MinC, Grassi revela que Ana de Hollanda quis, na verdade, levar várias tendências da discussão para dentro da diretoria, e não que apenas uma prevalecesse. Souza, no entanto, não aceitou.
Sobre a decisão de frear as mudanças na Lei de Direito Autoral, Grassi explica que o que se pretende é dar tempo para que a nova gestão tome conhecimento do que se propôs. “Houve uma mudança de gestão, e a praxe é a Casa Civil devolver o projeto, para que a nova gestão tenha conhecimento”, disse.
Quando questionado sobre a declaração da ministra de que o debate sobre direitos autorais e o CC foi insuficiente, o presidente da Funarte afirma que mesmo com as consultas públicas feitas anteriormente (durante 3 anos), ouviu questionamentos sobre se essas consultas contemplavam realmente o projeto. “O anteprojeto foi enviado à Casa Civil no dia 23 de dezembro, quando a ministra Ana de Hollanda já estava anunciada. Além disso, o resultado da consulta pública não foi devidamente publicado; foi condensado nesse projeto que foi para a Casa Civil”.
Retirada do CC
Depois da decisão da retirada Creative Commons do site do MinC, Grassi conversou com a ministra, que utilizou como justificativa o fato de existirem vários licenciamentos possíveis, dentre eles o CC, e que não havia nenhum contrato que obrigasse o ministério a vincular a marca do CC. Grassi explicou que a medida não foi para cortar o licenciamento, que continua existindo no site, mas sim para tirar a logomarca que remetia ao site do Creative Commons, mediante consulta jurídica feita pela própria Ana de Hollanda.
“Ela [a ministra] achou por bem que o MinC não deveria induzir a um licenciamento específico, já que outros são possíveis”. Questionado sobre o fato de a marca do CC ser vinculada no Blog do Planalto, Grassi disse que é um caso diferente, por se tratar de um blog, e não do site do Palácio do Planalto.Para Grassi, o CC antecipou e polemizou um debate, que tem a ver com a questão do direito autoral. A apreensão esperada com a mudança de gestão, disse ele, transformou cada movimento do ministério numa ameaça de que a nova gestão iria adotar uma posição conservadora. “Particularmente, acho que a postura do ministério deve ser acima desses debates. É claro que essas questões são polêmicas, e o ministério tem que arbitrar acima dessas decisões”, completou.
Ecad
Grassi explicou que, de um lado, existem as pessoas usuárias de internet e, de outro, aquelas que defendem posição contrária ao do CC e que geralmente são vinculadas à sobrevivência via direito autoral. Citou casos de artistas, como Carlos Lyra, Hermínio Bello de Carvalho e Aldir Blanc, que tem se manifestado a favor da retirada do CC. “São pessoas que sobrevivem do direito autoral. Vejo pessoas no Twitter criticando esses compositores, como se eles fossem [representantes] do neoliberalismo mais antiquado”.
Em relação ao Ecad, Grassi criticou a “demonização” que se faz da instituição. “Ele precisa ser melhor avaliado, mas não se pode desqualificar o Ecad por completo, pois é um escritório de arrecadação que juntou várias associações de artistas”, disse.
Grassi revelou também que tem ouvido pessoas ligadas à Cultura Digital e que militam a favor do CC, num movimento de diálogo que deve predominar daqui pra frente no ministério. “Acho que o que o ministério deve fazer agora, até somando a discussão sobre CC, é dialogar e ouvir todas as partes”. Só assim, disse ele, pode-se avaliar melhor o que as pessoas querem e se conhecer melhor a própria lei do Direito Autoral.
Instituir Comissão Especial é enfraquecer o PNE
Brasil, 3 de março de 2011.
Posicionamento Público
Instituir Comissão Especial é enfraquecer o PNE:
Alerta ao processo de trâmite do Projeto de Lei de novo Plano Nacional de Educação
(PL n° 8.035/2010)
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, articulação da sociedade brasileira que atua pela efetivação e ampliação dos direitos educacionais, vem a público manifestar preocupação com o processo de trâmite do Projeto de Lei de novo Plano Nacional de Educação (PL n° 8.035/2010) no Congresso Nacional. Ao mesmo tempo, manifesta total contrariedade com as iniciativas de retirar da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados a atribuição precípua de conduzir o debate sobre o tema.
Ao mesmo tempo em que reconhece avanços na proposta de PNE encaminhada pelo Executivo, a Campanha entende que o mesmo está longe de expressar as deliberações mais significativas dos processos participativos que culminaram na Conae (Conferência Nacional de Educação). Por esse motivo, vem estimulando e participando de um conjunto de debates sobre o PNE, além de desenvolver propostas objetivas de modificação ou acréscimo ao texto, com a expectativa de que as mesmas venham a contribuir com a qualificação do debate a ser desenvolvido no Congresso Nacional. Para este Legislativo foi transferida toda a expectativa da comunidade educacional brasileira, representada na Conae, que espera um PNE à altura dos desafios colocados para a melhoria da qualidade da educação pública e para a democratização efetiva das oportunidades educacionais no País – requisitos elementares para a justiça social, o desenvolvimento sustentável e a garantia dos direitos humanos.
A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal foram as legítimas representantes do Congresso Nacional em todo o processo de construção da Conae, integrando sua Comissão Organizadora - juntamente com os órgãos de governo, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e outras entidades. Também desenvolveram, nos últimos anos, iniciativas no sentido de avaliar o cumprimento das diretrizes e metas do PNE em vigor (Lei n° 10.179/2001), apontando propostas a serem incorporadas pelo novo PNE.
Por todos esses motivos entendemos que são as referidas comissões as instâncias mais legítimas e qualificadas para o debate de alternativas para a educação pública brasileira, a serem expressas, em relação ao próximo decênio, no novo PNE. Uma vez que o Plano é específico da área educacional, com reflexos nas áreas financeira e orçamentária, entendemos que a proposta de criar uma Comissão Especial para tratar do PL n° 8.035/2010 não se justifica por razões regimentais, representando na realidade uma tentativa de esvaziar o necessário debate político na Câmara dos Deputados e, consequentemente, restringir os canais de participação da sociedade civil e mesmo de parte dos parlamentares com trajetória na militância em defesa da escola púbica e do direito à educação.
A Campanha Nacional de Educação entende, ainda, que a tramitação do PNE por Comissão Especial não respeita o regimento interno da Câmara dos Deputados. Para um Projeto de Lei tramitar por essa via aligeirada de análise é preciso que seu mérito seja matéria de mais de três comissões permanentes. Contudo, por deliberação da Mesa Diretora da Casa, o PL 8035/2010 tramita apenas nas Comissões de ‘Educação e Cultura’, ‘Finanças e Tributação’ e ‘Constituição e Justiça e de Cidadania’. A propósito, em 18 de janeiro de 2011, foi indeferido pela própria Mesa Diretora o requerimento 7591/2010, que solicitava a inclusão da Comissão de ‘Trabalho, Administração e Serviço Público’ na análise de mérito do PL 8035/2010.
Em vista de que o estabelecimento da Comissão Especial prejudicará, em demasia, a qualidade do debate e do trâmite do PNE e, marcadamente, diante do fato de que a proposta afronta gravemente o regimento interno da Câmara dos Deputados, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação solicita ao Presidente da Casa, deputado federal Marco Maia (PT-RS), que indefira o requerimento 527/2011, do parlamentar Duarte Nogueira (PSDB-SP), que propõe a equivocada instituição de Comissão Especial para o trâmite do PL 8035/2010. Acatando essa solicitação, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados guardará correta coerência com suas próprias deliberações recentes e demonstrará importante sensibilidade quanto ao direito de participação da sociedade civil em um tema tão decisivo ao país, como o PNE.
As entidades articuladas na Campanha Nacional pelo Direito à Educação entendem que a ansiedade na aprovação do PL 8035/2010 será mais danosa à educação do que uma tramitação um pouco mais prolongada, porém muito mais qualificada. Sem dúvida é preciso ser célere, mas é imprescindível ser responsável. Se a pressa imperar, o Brasil corre o risco de editar um novo PNE tímido e pouco afeito ao controle social. Se assim for, com um roteiro diferente, repetirá o fracasso do PNE 2001-2010, que teve apenas 1/3 (um terço) de suas metas cumpridas. Acreditamos que a sociedade e o Estado brasileiros podem escrever uma história melhor para a educação da próxima década! Esperamos que a Câmara dos Deputados cumpra com essa expectativa.
Assina,
Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação:
Ação Educativa
ActionAid Brasil
Cedeca - CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
Centro de Cultura Luiz Freire - PE
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação)
1ª FEIRA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA AUDIOVISUAL - XPTA.LAB - 3 a 5 de abril em São Paulo
Desenvolvidos por laboratórios de experimentação e pesquisa em tecnologias audiovisuais, 52 projetos de excelência nas áreas de plataformas digitais e tecnologias audiovisuais estão reunidos na 1ª Feira de Inovação Tecnológica Audiovisual - XPTA.LAB, que acontece de 3 a 5 de abril de 2011, nas dependências da Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso 207, Vila Mariana, São Paulo).
Trata-se do resultado do edital Programa Laboratórios de Experimentação e Pesquisa em Tecnologias Audiovisuais - XPTA .LAB, lançado em 2009 pelo Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual, em parceria com a Secretaria de Políticas Culturais e com apoio da Sociedade Amigos da Cinemateca.
O edital tem como objetivo apoiar laboratórios voltados para a pesquisa e experimentação em tecnologias audiovisuais e contemplou quatro laboratórios de excelência: Natalnet (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), Wikinarua (Universidade de Brasília), LAVID – Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (Universidade Federal da Paraíba) e Departamento de Computação da Universidade Federal de São Carlos.
Cada laboratório é responsável por um projeto de excelência e mais doze projetos consorciados, resultando em um total de 52 protótipos apoiados pelo Edital XPTA.LAB, que foram finalizados em dezembro de 2010. Conheça abaixo os projetos e seus responsáveis.
1 – projeto Laboratório de Excelência em Desenvolvimento de Aplicativos para Produção, Edição e Difusão de Conteúdos Audiovisual pela Internet e TV Digital
Trata-se de uma plataforma de integração de ferramentas, documentos e protótipos funcionais reunidas em um live CD ou imagem .ISO baseado em Ubuntu. O projeto visa o desenvolvimento de um arcabouço de técnicas para a produção e difusão de conteúdos culturais audiovisuais, em formatos dos mais diversos, compatibilizando para que sejam acessíveis pelos mais diversos meios, tais como difusão pela Internet, em TV (Digital), celulares e outros dispositivos de exibição. Através deste ferramental, será possível mixar conteúdos distintos, sendo produzidos de forma distinta e remotamente, num único conteúdo para ser disseminado ao público em geral através dos meios citados.
*** responsável: Luiz Marcos Garcia Gonçalves / UFRN – Laboratório Natalnet (Natal/RN)
*** consorciados: ECT-UFRN (Natal/RN), CCHLA-UFRN (Natal/RN), UFBA (Salvador/BA), IC-UFAL (Maceió/AL), LAVID/UFPB (João Pessoa/PB), DIMAP-UFRN (Natal/RN), FANAT-UERN (Natal/RN), José Carlos Aronchi de Souza (São Paulo/SP).
2 - projeto WIKINAURA
Wikinarua é uma rede social composta por quatro serviços principais: 1. Cartografia colaborativa com blogmaps; 2. ciberadio, 3. software para dispositivo móvel, denominado de realidade urbana aumentada (RUA), 4. Enciclopedia (wiki) e um gamearte para dispositivo móvel denominado Cyber Ton Ton, em realidade aumentada. Além dos serviços principais, que visam a inclusão social pela arte, o wikinarua contém os 12 protótipos desenvolvidos pelos consorciados. Wikinarua.com compreende conexão entre redes a partir da utilização de dispositivos móveis, como celulares, com tecnologia de Realidade Urbana Aumentada (RUA), software criado na Universidade de Brasília, especialmente para que cada individuo, localizado em qualquer parte do Brasil, incluindo os de comunidades isoladas como quilombolas, indígenas ou outras, possam modificar e intervir no seu contexto urbano e/ou meio ambiente, por meio da arte com imagens, sons, animações, textos, contendo também uma rádio, onde você pode fazer a sua programação e participar com outras informações, no intuito de diminuir inclusive as diferenças sociais, em tempo real.
responsável: Suzete Venturelli / Wikinarua - UnB/Colina (Brasília/DF)
consorciados: Camila Cavalheiro Hamdan (Brasília/DF), Tiago Franklin Rodrigues Lucena (Brasília/DF), Alexandra Caetano (Brasília/DF), Bruno Ribeiro Braga (Brasília/DF), LIME/UFG (Goiânia/GO), UFPI/PICOS (Teresina/PI).
3 - projeto Estação-Escola de Televisão Digital
Ferramenta para o desenvolvimento de testes virtuais de aplicação interativa através do acesso remoto aos equipamentos de uma estação de TV. A ferramenta, VirtuaLabTV, virtualiza o processo de testes fornecendo acesso remoto aos equipamentos de um laboratório real. A Estação-Escola cria a possibilidade dos produtores independentes audiovisuais testarem seus programas interativso em um ambiente real de televisão digital interativa. O objetivo principal desse projeto é a diminuição do custo de produção e teste dos programas interativos viabilizando a entrada no mercado de pequenos produtores.
responsável: Guido Lemos de Souza Filho / UFPB – LAVID – Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (João Pessoa/PB)
consorciados: Núcleo de Produção Digital (Fortaleza/CE), Núcleo de Produção Digital (Aracaju/SE), Núcleo de Produção Digital (Belém/PA), Núcleo de Produção Digital (Rio Branco/AC), Associação Baiana de Cinema e Vídeo – ABD-BA (Salvador/BA), Fundação Aperipê de Sergipe (Aracaju/SE), TV UFMA (São Luís/MA), Associação Brasileira de Documentarista – ABD/PB (João Pessoa/PB), Núcleo de Produção Digital (Teresina/PI), Ponto de Cultura/ONG Ideário Comunicação, Cultura e Educação Popular (Maceió/AL), Ponto de Cultura/ONG Galeria ZooN de Fotografia (Natal/RN), Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual – RNA (João Pessoa/PB).
4 - projeto Virtualidade imersiva e interativa baseada em cloud computing
Trata-se de uma plataforma para virtualidade imersiva e interativa baseada em cloud computing, isto é, do desenvolvimento de um framework básico de comunicação em nuvem com suporte e desenvolvimento de conteúdos distribuídos multiusuários de realidade virtual e aumentada para TV digital, dispositivos móveis (smartphones, PDAs) e computadores pessoais, incluindo, além do código, documentação e exemplos básicos do emprego deste framework, através de projetos específicos, e também suporte a seu uso pelos laboratórios consorciados.
responsável: Luís Carlos Trevelin / UFSCar - Departamento de Computação (São Carlos/SP)
consorciados: LSTR/UNESP (Bauru/SP), LabTEVE/UFPB (João Pessoa/PB), GVDM/UFPA (Belém/PA), Abútua Tecnologia (Sorocaba/SP), Corollarium Tecnologies (Itapecerica da Serra/SP).
mais informações:
xpta@cinemateca.org.br ou (11) 3512.6111 ramal 237 / (11) 5084.3252 / (11) 5081.7370
Arrastão Afro do bloco Coisa de Nêgo
O Bloco Afro-Cultural Coisa de Nêgo convida a todos os malungos (as) para participar do Arrastão Afro do bloco, concentração às 16:30h na Av. Marechal Castelo Branco, dia 06/03/2011.
Realização:Bloco Afro Cultural Coisa de Nêgo / Ponto de Cultura Curta a Cultura
Não percam!!!
TEMA:
Coisa de Nêgo do “Aiyê ao Orum” Saudando a sabedoria Ancestral.
Sub – tema: Educar para a Igualdade Racial
Lançamento do livro "Intervalo, Respiro, Pequenos deslocamentos - ações poéticas do Poro" em Belo Horizonte
Queridos amigos,
Tudo bem? O lançamento do livro do Poro ( www.poro.redezero.org/livro ) em Belo Horizonte acontecerá logo depois do carnaval e em dois tempos. Seguem abaixo as informações.
Estão todos convidados! Chamem os amigos e venham comemorar com a gente a publicação!
Se puderem, encaminhem para outras pessoas que possam se interessar.
Grande abraço,
Marcelo
um lançamento em dois tempos:
Dia 10/3 (quinta-feira) 20h - Auditório da Escola Guignard
Bate papo com Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada!
Mediadora: Janaina Melo
Endereço Rua Ascânio Burlamarque, 540 Mangabeiras - Belo Horizonte - MG
Telefone: (31) 3194 9305
Dia 12/3 (sábado) 15h - Praça do Bar do Orlando (Santa Tereza)
Festa na rua para celebrar a publicação + Banquinha do Poro (com distribuição de panfletos e venda de livros, dvds e bottoms "perca tempo")
Os DJs Lucas Miranda (Oscilloid) e João Perdigão participam com uma palinha no som
Endereço: Rua Alvinópolis com Rua Dores do Indaía, Santa Tereza - Belo Horizonte - MG
Praça próxima à Parada do Cardoso e Bar do Orlando (Pescador)
*Nas duas ocasiões o livro estará a venda pelo preço promocional de R$30,00
Para saber mais sobre a publicação: www.poro.redezero. org/livro
(nesse link há uma amostra do livro em PDF, o release, contatos e é possível comprar o livro pelo preço de lançamento)
Os próximos lançamentos acontecerão em: Campinas (Unicamp e AT | AL), Recife (Projeto Banca+Revista Tatuí) e Curitiba (UFPR e Solar do Barão)
(acompanhem pelo nosso site as informações dos lançamentos)
(acompanhem pelo nosso site as informações dos lançamentos)
Em iniciativa pioneira, Prefeitura de Fortaleza disponibiliza para acesso gratuito disco-tributo a Evaldo Gouveia
A obra de um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos, recriada por grandes intérpretes das cenas musicais cearense e nacional, está à disposição do público, para download gratuito. O disco duplo “O Trovador - Uma homenagem a Evaldo Gouveia”, produzido pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, conta com licença Creative Commons para uso não-comercial.
Em uma iniciativa pioneira, o disco, que reúne 21 grandes clássicos de autoria de Evaldo Gouveia e parceiros, está disponível para download gratuito. Para ouvir e baixar o disco, basta acessar o hotsite do Carnaval 2011 da Prefeitura Municipal de Fortaleza: www.carnavaldefortaleza.com.br
“A melhor forma de homenagear Evaldo Gouveia é através de sua obra. Com a produção desse disco, a Prefeitura traz os olhares de intérpretes consagrados e novos valores sobre as grandes canções de Evaldo”, destaca a secretária de Cultura de Fortaleza, Fátima Mesquita. “A iniciativa de disponibilizar esse trabalho gratuitamente ao público reforça o caráter democrático e participativo da contribuição do Município à produção cultural em nossa cidade. E se soma aos editais das artes, que já preveem o licenciamento das obras para acesso gratuito”, complementa a secretária.
Produzido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Fortaleza, sob a direção musical e artística do consagrado multiinstrumentista e arranjador Pantico Rocha, o álbum reúne um time de convidados pra lá de especiais. Comprovando a força da obra do cantor e compositor cearense, participam do projeto artistas de visibilidade nacional, como Dominguinhos, Lenine, Leny Andrade, Jane Duboc, Elba Ramalho, Zé Renato e Isabela Taviani.
Ao mesmo tempo, o disco duplo congrega intérpretes de diferentes momentos da música feita no Ceará: dos tarimbados Eudes Fraga, David Duarte, Marcos Caffé, Kátia Freitas e Waldonys a jovens músicos, como os integrantes dos grupos Breculê e Academia, além da bateria do Bloco Unidos da Cachorra.
Percorrer as faixas de “O Trovador” é ter a certeza da importância histórica e da permanência da obra de Evaldo Gouveia, como um extenso painel de canções que vão do romântico ao telúrico, do lirismo à crítica de costumes, passando pelo samba-enredo que remete à luta do compositor cearense para se afirmar no terreiro dos bambas cariocas. Uma vitória reconhecida pela música brasileira, em que a obra de Evaldo – acima de tudo, legitimamente popular – seguirá atraindo as atenções de críticos, intérpretes e ouvintes, ainda por muitos e muitos carnavais.
HISTÓRICO – Evaldo Gouveia construiu uma obra das mais vastas e diversificadas da música brasileira. Cearense de Orós e criado em Iguatu desde os oito meses, o neto do sargento Gouveia cedo fez de Fortaleza a sua morada, vivenciando na capital, desde os oito anos, a descoberta do mundo e da música. “Alguém me disse”, “Bloco da solidão”, “Brigas”, “Que queres tu de mim”, “O trovador”, “Sentimental demais”, “Somos iguais”, “Tango para Teresa” são alguns dos sucessos do compositor e intérprete que já foi gravado por nomes como Nelson Gonçalves, Agnaldo Rayol, Cauby Peixoto, Altemar Dutra, Wilson Simonal, Jair Rodrigues, Ângela Maria, Maysa e Dalva de Oliveira, entre outros.
--
Bia Gurgel
Assessoria de Imprensa da Secretaria de Cultura de Fortaleza - Secultfor
Telefones: 3105.1386 ou 8899.8705
Prefeitura Municipal de Fortaleza
www.fortaleza.ce.gov.br/
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